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5 ideias para baixar os custos de energia na empresa

No Brasil, a tarifa de energia elétrica para empresas tem uma trajetória ascendente. Em outras palavras, não para de subir nunca e especialistas afirmam que vem mais por aí!

 Depois do aumento médio de 5% registrado em 2014 em relação ao ano anterior, as projeções da Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia (Abesco) são de que, este ano, o preço do megawatt-hora deve subir pelo menos 12% e, até 2020, o acréscimo deverá ficar em 9% ao ano, no mínimo.

Os números são consequência, entre outras coisas, do aumento no uso de energia das termelétricas – seis vezes mais cara –, nos últimos dois anos, devido à falta de chuvas nos reservatórios das hidrelétricas das regiões Sudeste e Centro-Oeste.

 Frente a este cenário e depois de análise do diretor do Instituto Nacional de Eficiência Energética, Jayme Buarque de Hollanda, de que “encontrar maneiras de consumir menos energia deveria estar entre as prioridades de um empreendedor”, a revista Exame PME resolveu ouvir pessoas que colocaram em prática ideias para economizar em suas empresas.

 A conclusão da reportagem é de que algumas ações exigem investimentos altos com retorno demorado, como a execução de reformas, caso que aparece na categoria “empresa de cara nova. Por outro lado, mostra que é possível sim economizar com outras atitudes simples e de baixo custo, como a “iluminação inteligente”, “blitz nas máquinas”, “turnos reorganizados” e “eletricidade pelo sol”.

 Segundo especialistas consultados, mudanças pontuais no espaço físico (pintura em cores claras, número de divisórias) podem reduzir a conta de luz. Já que máquinas modernas produzem mais e gastam menos, que tal pesquisar novos modelos de equipamentos?  Outra boa ideia é interromper os trabalhos ou pelo menos inserir um intervalo durante os horários de pico, quando as concessionárias de energia cobram tarifas mais altas.

 Por fim, os profissionais ouvidos citaram as conquistas do setor de energia solar e as consequentes vantagens para os consumidores. Além do custo da tecnologia ter caído significativamente, desde 2012 uma norma do governo permite que a energia solar gerada e não utilizada seja transformada em crédito a ser abatido na conta de luz em até três anos. 

 

Fonte: ABRAFAC

 

 

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